Escândalo da Usina móvel de asfalto volta à pauta da Camara Municipal

A função de zelar pelo dinheiro dos pagadores de impostos é de todos os vereadores, não somente da oposição. O Vereador é eleito para representar a população, votando leis e cuidando para que o dinheiro arrecadado pelos impostos seja bem utilizado pelo prefeito.

Mais uma vez, parece que somente a oposição está fazendo o papel que seria de todos, cobrando explicações sobre algo “no mínimo estranho”, feito pela prefeitura municipal com o dinheiro do contribuinte. A compra da Usina de Asfalto Móvel anunciada como revolucionária (veja matéria da PMO) se tornou uma dor de cabeça para Pocay e Inácio, então secretário de Infraestrutura Urbana.

Conforme noticiado pelo Ourinhos Urgente em 02/04/2018 (reveja a matéria), uma usina de asfalto móvel adquirida pela gestão Lucas Pocay jamais entrou em funcionamento e também não foram esclarecidos os motivos de tais problemas e menos ainda o que foi feito do bem, que desapareceu da vista popular e provavelmente foi devolvido para a empresa que forneceu ou ainda desmontado e abandonado.

Cabe agora a população acompanhar de perto a sessão do legislativo que acontecerá hoje, 03/08 a partir das 19 horas e cobrar os demais vereadores para que coloquem-se ao lado da população (que deveriam representar) e cumpram a função para a qual foram eleitos. Sabemos que exigir que os legisladores que passaram 4 anos votando convenientemente ao lado do executivo pautas impopulares mudem agora as vésperas do pleito eleitoral é uma utopia. A maior chance de mudança é a renovação daqueles que ocupam essas cadeiras.

Acompanhe a Sessão ao vivo e Leia a Integra do requerimento e os demais assuntos que serão abordados no site da Câmara Municipal

https://www.camaraourinhos.sp.gov.br/

1.333/20 – Requer cópia de todo o processo administrativo de apuração dos responsáveis
pela aquisição de uma usina móvel de asfalto e concreto com vibro acabadora acoplada, no valor
de R$296.837,00, considerando que o Tribunal de Contas de São Paulo julgou totalmente irregular
o pregão presencial, o contrato e a execução contratual.